53-Nov/04
 
 

Desde 2003, a Copebrás produz o Copefós, o suplemento mineral para ração animal que promete ser o melhor amigo do rebanho. Isso porque, por ser composto de ácido fosfórico de alta pureza e cal hidratada, o fosfato bicálcico (nome técnico do produto), o Copefós eleva os níveis de fósforo dos animais, oferecendo diversos benefícios ao desenvolvimento e à manutenção de sua estrutura óssea.

Para oferecer um produto que se enquadre perfeitamente às necessidades do cliente, a Copebrás está sempre pensando também na forma como o Copefós chega ao seu destino.

A cada bimestre, os sete representantes do produto, distribuídos por diversas regiões do país, encontram-se para avaliar pontos fortes e fracos (assim denominados pelo grupo), evolução de vendas do produto por região, limitações, além de outros temas relacionados a cada área ali representada pelas equipes.

Especialmente na última edição, realizada nos dias 11 e 12 de novembro, na cidade de Três Ranchos, em Goiás, também se revelou o perfil dos trabalhos anuais, bem como a previsão do fechamento das vendas de 2004 e metas para o próximo ano.

Segundo João Bosco Olivito Nonino, gerente geral de vendas Fertilizantes, a reunião bimestral com o grupo é reflexo da continuidade dos trabalhos da Copebrás: “Nossos representantes são o prolongamento da empresa; através deles conhecemos nossa clientela. Este é o momento em que corpo diretivo da empresa, produção, logística, financeiro, vendas e marketing têm a oportunidade de falar com a grande equipe Copebrás/Copefós, a fim de atingir melhorias dentro do grupo de trabalho”, afirma. Bosco acredita que a equipe Copefós, por ser bem afinada e coesa, diferencia-se no mercado.

A presença do vice-presidente de Marketing e Desenvolvimento da Copebrás, Cristiano Melcher, ratificou a importância do evento. “Reunir as representações do Copefós significa promover à equipe de vendas um canal a mais para levantar as demandas, reconhecer os pontos de atuação, ouvir reivindicações e avaliar as oportunidades que o futuro reserva para o mercado”, disse.




Parece coisa simples, mas na hora de colocar em prática ninguém pode dizer que nunca deu um escorregão e acabou usando a palavra errada. O ideal é ficar atento às regras, como, por exemplo, saber que os pronomes aquele/aquela/ aquilo devem ser usados para indicar o que está distante. Ex.: “Aquele departamento vai contratar funcionários.” Mas estes pronomes não costumam confundir. A dificuldade geralmente está no uso dos pronomes este, esse e suas variações, como nesse e neste. Qual seria o correto: “ESTE ou ESSE relatório estava na minha mesa”? Depende! Se o relatório estiver próximo de quem está falando, o correto é usar a palavra ESTE. Agora, se o relatório estiver nas mãos de quem está ouvindo, o correto é usar ESSE. Veja estes dois exemplos: “ESTE é o meu departamento”, pois se refere a algo próximo ou que pertence a quem está falando. E “ESSE é o seu departamento”, pois se refere ao departamento de quem está ouvindo, ou que está distante de quem está falando. Aprendeu mais uma?




De vez em quando não damos o devido valor ao mouse. É um dos itens mais baratos do computador, fáceis de manejar e uma das mais importantes peças conectadas à máquina. Sem este acessório, tarefas banais que executamos a todo o momento ficariam extremamente lentas e complicadas.

Começamos a perceber que temos um mouse quando aparecem os problemas. Não raro, flagramos algumas pessoas nervosas, batendo o aparelho na mesa, para ver se ele responde melhor aos comandos. Em quase todos os casos, é só sujeira nos roletes e na bolinha do mouse. Até o mais asseado dos usuários terá que fazer uma limpeza na peça, já que a sujeira normalmente não passa de acúmulo de resíduos de suor e células mortas da pele, que se desprendem das nossas mãos.

A boa notícia é que sua limpeza é tão simples quanto seu uso. Com o computador desligado, retire, na parte de baixo do mouse, a tampa que libera a bolinha de rolagem. Limpe-a com álcool comum e pano, e deixe-a secando. No local onde fica a bolinha, existem dois rolos maiores e um pequeno rolamento de apoio, onde a sujeira se junta. Utilize um cotonete com álcool. Limpe os rolos e o rolamento de apoio. Sairá uma crosta de sujeira, mas não assopre para tirá-la do mouse. Retire-a com cuidado, evitando que a sujeira entre em alguma parte mais escondida. Assim, o mouse voltará a funcionar. Caso contrário, ele precisará de uma limpeza mais profunda, que deve ser feita por um técnico.

No mercado também é comercializado outro tipo de mouse, o ótico. Ele utiliza um sensor no lugar de bolinhas e roletes. A sujeira neste mouse só interfere no deslizamento do aparelho no mousepad, sem afetar o cursor na tela. Neste caso, basta limpar a base do mouse com uma
flanela ou um pano limpo umedecido com álcool. Caso a limpeza não funcione, consulte um técnico.

Se nenhum destes procedimentos resolver seu problema, provavelmente seja mesmo a hora de trocar o seu “ratinho”.

Caso você tenha alguma dúvida, crítica ou sugestão sobre outras questões de informática, mande um e-mail para infodicas@copebras.com.br.